Monthly Archives: January 2010

Campus Party 2010 já começou!

A Campus Party 2010 começou. Maior evento nerd do mundo que ocorre aqui em São Paulo.

Só nas áreas de Desenvolvimento e Software Livre, podemos ver a grande qualidade e diversidade das palestras. Tem bastante coisa relacionado ao desenvolvimento de jogos, web e programação em geral.

Eu, infelizmente não pude ir esse ano. Entretanto, é possível acompanhar todo o evento por streaming. Eu criei uma página com o streaming de vídeo e a lista de todos os tweets que falam sobre o evento. Se você não foi, ou foi, mas quer acompanhar pelo streaming, acompanhe a campus party aqui!

Ainda estou atualizando e melhorando essa página, para que englobe batante recurso para aqueles que não foram ao evento. Entretanto, já dá pra acompanhar muito bem o evento por vídeo e twitter. Se você não foi, não deixe de acompanhar, tem muita coisa boa mesmo.

Lembre-se que o evento vai até o dia 31/01.

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Acessibilidade e Software Livre

Uma vez ouvi alguém falar algo do tipo:

Como pode um cego mexer no computador?

E infelizmente, pouca gente sabe que isso é possível. Não culpo as pessoas que não sabem disso, mas por que não as que sabem? Por não divulgarem, talvez?

acessibilidade-mil-assentos

A tecnologia avança tão rápido, e de tal forma, que se faz necessária hoje em dia. Por que discriminar pessoas com alguns tipos de necessidades diferentes? Aposto que se criassem algum aparelho para apenas negros, ou brancos, seriam acusados de racismo. Mas chega de tantas perguntas, vamos começar do início.

Na EACH, Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP, temos um ciclo básico. Algumas disciplinas obrigatórias que são comuns a todos os cursos. Dentre essas matérias, há uma matéria de Resolução de Problemas – baseado no método PBL (ou ABP, em português), aprendizado baseado em problemas – que, a partir de um dado tema problema, os alunos (divididos em grupos) têm de desenvolver um trabalho de pesquisa sobre algo referente ao tema dado e então tirar conclusões. Apesar de muita gente não gostar dessa disciplina, eu acho ela essencial, pois traz inúmeras vantagens. Desde o aprendizado do método científico às informações adquiridas ao assistir e consultar o trabalho dos outros grupos. Mas não é esse o tópico deste post, prometo postar mais sobre o assunto futuramente.

Então, o tema geral foi Conhecimento científico e tecnológico. Assim os grupos poderiam escolher qualquer assunto que tivesse como base o tema proposto. Logo de cara, achei interessante falarmos de algo que pouca gente se preocupa e que é de extrema importância: a acessbilidade. Como eu já tinha certo conhecimento com acessibilidade para deficientes visuais, resolvi que esse era o melhor assunto para abordarmos.

Nosso foco principal, no início do trabalho, era pesquisar e analisar formas de deficientes visuais terem acessos à informática. E pelo pouco conhecimento que eu já tinha na área, sabia que os softwares leitores de tela proprietários não eram muito barato. E como somos todos alunos do curso de Sistemas de Informação, resolvemos tratar (quase) exclusivamente de Open Source. Na verdade, tomamos como base o sistema operacional Windows.

Após algum tempo de desenvolvimento, pesquisas e visitas a instituições de apoio a deficientes visuais, selecionamos três ferramentas que julgamos interessante falar. O DosVox, o WebAnywhere e o NVDA.

nvda_100x100whiteEntão fizemos uma pesquisa sobre cada uma das três ferramentas, e criamos tutoriais básicos  sobre elas. Destacamos o NVDA, NonVisual Desktop Access, uma das melhores alternativas livres quando falamos de leitores de tela. A pedido do nosso orientador, submetemos uma versão do nosso tutorial sobre o NVDA para o Guia do Hardware, que foi aceito e publicado no site: NVDA – NonVisual Desktop Access.

Nossa apresentação foi bem descontraída. Mostramos exemplos de cada uma das ferramentas abordadas na pesquisa. Aqui estãos os slides da apresentação:

O artigo final pode ser encontrado aqui: Softwares Livres para portadores de Necessidades Especiais.

Considerações Finais

Bom, o trabalho foi muito interessante. Apesar de não ter saído exatamente como planejamos. Aliás, esse foi um dos problemas, acho. Não foi muito bem planejado. E muita gente trabalhando junto também, às vezes dá muita bagunça. Mas apesar de tudo, aprendemos muita coisa. Vários erros que não se repetirão.

Os participantes do grupo:

  • André Cavalcante dos Santos
  • Bruno Croci de Oliveira
  • Caio César Lemos Bastos
  • Dan Shinkai
  • Daniel Bissoli Moreira
  • Daniel Pinheiro Barreto

Podem esperar mais posts sobre acessibilidade no blog, eu estou sempre estudando algo em relação a isso, e assim que puder, postarei algo.

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Indie Bay Competition #4

Daqui a pouco vai começar a quarta edição da The Indie Bay Competition. Competição de games de 48 horas.

Eu vou participar. Só não escolhi qual ferramenta vou usar ainda. É muito provável que use Python e PyGame. Vale dizer que eu nunca fiz nada nem com python nem com pygame, não sei nada mesmo. Se eu resolver usá-los, vou ter que correr pra aprender enquanto faço o joguinho.

Outras opções também são Flash e C++ com SFML. Não pretendo usar C++ com Allegro, pois quero aprneder algo novo. SFML é uma ótima biblioteca gráfica, porém acho que seria muito mais complexo aprendê-la do que pygame, uma vez que também nunca mexi com ela.

Dependendo do tema, e da ideia de jogo que eu tiver, talvez usar o Flash seja a melhor opção para deixar um jogo mais polido, e que tenha mais audiência na internet.

Cafe Eu sei que alguns aqui iriam reclamar por eu postar um pouco tarde (falta pouco mais de cinco horas pro início da competição), mas esse post foi mais pra informar que eu vou participar mesmo. Claro que eu espero que mais gente aqui tente participar, porque vai ser bem interessante. E independente da linguagem ou da ferramenta, é muito provável que eu use o GitHub para hospedar o código, se você quiser acompanhar, acesse meu perfil. Além disso, também irei postar sobre a competição no twitter usando a hashtag #tibcompo.

É isso. Espero que quem puder participar, aproveite. Vai ser bacana.

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